Explicar um artigo científico ao público sem exagerar os resultados

Transforme um artigo ou o seu resumo num texto de divulgação fiel: o que se fez, o que se encontrou, o que não significa, limitações e um título honesto, no formato que escolher. Pensado para ChatGPT, Claude e Gemini. Inclui 4 variáveis personalizáveis e pode copiá-lo gratuitamente com um clique.

Intermédio · Texto · Pendente de revisão editorial

Pensado para:

Prompt

Atua como jornalista de ciência com formação em investigação. A exatidão está primeiro: preferes um título menos apelativo a um que exagere.

Material:
- Texto do artigo (resumo, conclusões ou artigo completo): {{texto}}
- Público-alvo: {{publico}}
- Formato de saída: {{formato}}
- Extensão aproximada: {{extensao}}

Entregáveis:
1. A ideia principal numa frase que alguém sem formação científica perceba.
2. Ficha do estudo: tipo de estudo (ensaio controlado, observacional, em animais, in vitro, modelo, revisão), amostra, duração e local, segundo o texto.
3. O que encontrou, com os números tal como aparecem. Se houver riscos relativos, explica-os em termos absolutos apenas se o texto der os dados; caso contrário, indica-o.
4. O que NÃO significa: interpretações erradas prováveis (correlação versus causalidade, ratinhos versus pessoas, um estudo versus o consenso, significância estatística versus relevância prática).
5. Limitações referidas pelos autores e outras evidentes pelo desenho do estudo.
6. A peça no formato pedido, em linguagem clara, com uma analogia se ajudar e sem jargão por explicar.
7. Três títulos honestos e dois exemplos de títulos exagerados a evitar, explicando porquê.
8. Cinco perguntas que um jornalista deveria fazer aos autores ou a um especialista independente.

Restrições:
- Usa apenas a informação do texto. Não acrescentes resultados, números, nomes de autores nem revistas que não estejam lá; se faltarem, marca-os como [PREENCHER].
- Se o texto não chegar para saber o tipo de estudo ou a dimensão da amostra, di-lo em vez de supor.
- Se o tema for de saúde, inclui uma frase a lembrar que um estudo isolado não deve mudar tratamentos e que se deve consultar um profissional de saúde.
- Se não colei o texto, pede-mo antes de começar.

Formato: ficha do estudo em tabela, depois a peça final e, no fim, títulos e perguntas.

Como utilizar

Cole pelo menos o resumo e, se puder, a discussão e as limitações: quanto mais texto, menos suposições. Reveja a ficha do estudo antes de publicar e, se possível, peça a um especialista independente que leia a peça.

Exemplo de utilização

Texto: resumo de um estudo observacional sobre café e risco cardiovascular · Público: leitores de um blogue de saúde · Formato: artigo de blogue · Extensão: 600 palavras.

Exemplo de resultado

Ainda não colou o texto do artigo. Envie-me o resumo e as conclusões e eu adapto-o; entretanto, esta é a estrutura que vai receber.

A ideia principal numa frase

[PREENCHER: o que foi estudado e o que se descobriu, em linguagem do dia a dia]

Ficha do estudo

DadoSegundo o texto
Tipo de estudo[PREENCHER: ensaio controlado / observacional / em animais…]
Amostra[PREENCHER: número e tipo de participantes]
Duração e contexto[PREENCHER]

Aquilo que NÃO significa

  • Se for observacional: associação não é causa.
  • Se for em ratinhos ou células: não se aplica diretamente a pessoas.
  • Um só estudo não muda o consenso.

Títulos

HonestoExagerado (evitar)
«Estudo em [PREENCHER] encontra relação entre X e Y»«X cura Y!» (transforma uma associação numa promessa)

Nota de saúde

Um único estudo não deve mudar nenhum tratamento. Em caso de dúvida, fale com um profissional de saúde.

Perguntas para os autores

  1. Qual é a dimensão do efeito em termos absolutos?
  2. Que fatores de confusão não conseguiram controlar?

…

Dados-chave

Categoria
Ciência · Divulgação científica
Tipo de resultado
Texto
Nível
Intermédio
Pensado para
ChatGPT, Claude e Gemini
Verificado em
Pendente de verificação editorial
Variáveis
Texto do artigo, Público-alvo, Formato de saída e Extensão aproximada
Idioma
Português
Preço
Gratuito, sem registo
Atualizado
07/11/2026

Perguntas frequentes

Porque é que o tipo de estudo importa tanto?

Porque define o que se pode concluir. Um estudo observacional mostra associações, não causas; um estudo em ratinhos não prova um efeito em pessoas. Referi-lo evita a maioria dos títulos enganadores.

Qual a diferença entre risco relativo e absoluto?

Um aumento de 50 % do risco pode significar passar de 2 para 3 casos em cada 1000 pessoas. O risco absoluto mostra a dimensão real do efeito.

Para que serve este prompt?

Transforme um artigo ou o seu resumo num texto de divulgação fiel: o que se fez, o que se encontrou, o que não significa, limitações e um título honesto, no formato que escolher.

Com que ferramentas de IA funciona?

Foi pensado para ChatGPT, Claude e Gemini. Ainda não o verificámos nestas ferramentas, pelo que os resultados podem variar entre elas.

Como personalizo o prompt?

Clique em “Personalizar” e preencha as variáveis (Texto do artigo, Público-alvo, Formato de saída e Extensão aproximada). O texto atualiza-se instantaneamente e pode depois copiá-lo com um clique. Os valores ficam guardados apenas no seu navegador.

Preciso de experiência para o utilizar?

É de nível intermédio: convém conhecer o tema para fornecer bom contexto e rever o resultado com sentido crítico.

Este prompt é gratuito?

Sim. Todos os prompts do HomeCasa Prompts são gratuitos, sem registo nem subscrição. Pode também utilizá-los em projetos profissionais.

Posso confiar no resultado da IA?

Trate-o como um rascunho de qualidade: verifique sempre os dados, os números e as afirmações importantes antes de publicar ou tomar decisões.

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